Uma fome de vida

Olá, olá, olá! Muitas semanas sem nada dizer e saudades imensas de algo aqui poder escrever. Trabalho, Faculdade e outras coisas de responsabilidade indiscutível têm-me privado de publicar neste espaço. O que não significa que não ande a aprontar coisas. E por aprontar, entenda-se, escrever, naturalmente! A minha assiduidade tem sido tão ínfima que deixei até passar uma data que não costumo deixar em branco, perdida nas efemeridades do tempo.

Falo, pois, dos 6 anos deste 24. Consigo, por norma, descortinar com uma antecedência razoável o momento a partir do qual algo no meu percurso deixa de fazer sentido. Todavia e, pese embora o enorme interregno que marcou os meus últimos meses nesta minha casa, continua a fazer um sentido absolutamente pleno nas profundezas da minha massa cinzenta, alimentar de palavras nem sempre muito doces esta minha fome. Uma fome de letras. Uma fome de ideias. Uma fome de criar. Uma fome de vida.

Um óptimo dois mil e dezasseis a todos!

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