Uma fome de vida

Olá, olá, olá! Muitas semanas sem nada dizer e saudades imensas de algo aqui poder escrever. Trabalho, Faculdade e outras coisas de responsabilidade indiscutível têm-me privado de publicar neste espaço. O que não significa que não ande a aprontar coisas. E por aprontar, entenda-se, escrever, naturalmente! A minha assiduidade tem sido tão ínfima que deixei até passar uma data que não costumo deixar em branco, perdida nas efemeridades do tempo.

Falo, pois, dos 6 anos deste 24. Consigo, por norma, descortinar com uma antecedência razoável o momento a partir do qual algo no meu percurso deixa de fazer sentido. Todavia e, pese embora o enorme interregno que marcou os meus últimos meses nesta minha casa, continua a fazer um sentido absolutamente pleno nas profundezas da minha massa cinzenta, alimentar de palavras nem sempre muito doces esta minha fome. Uma fome de letras. Uma fome de ideias. Uma fome de criar. Uma fome de vida.

Um óptimo dois mil e dezasseis a todos!

Quatro.

TCE049

Não deixa de ser um marco – e apenas isso – que o tempo se encarrega de assinalar ano após ano. Fora isto, é para mim sempre uma satisfação enorme ter podido escrever mais um ano de vida deste espaço que é, em primeira instância, meu e, em todos os momentos, vosso. Felizmente, tenho vindo a poder actualizar o 24 com maior regularidade em relação ao seu último ano e é minha forte vontade continuar a percorrer este trilho que conta, nesta altura, quatro anos.

Ilustro este momento com uma fotografia captada num instante da minha curta existência quando pouco menos tempo tinha de vida do que a idade que este blog hoje celebra. Loiro, gordo e de olhos azuis, continuo igual! :)

Três Primaveras

Efectivamente nascida num Inverno quiçá menos frio que o presente, a verdade é que hoje se contam precisamente três anos no bilhete de identidade desta minha casa. Uma casa cujo número da sua porta é o 24 e que também é vossa pois encontra-se sempre aberta.

E porque ainda algumas noites de frio estudo me aguardam, deixo-vos a minha sugestão musical de hoje.

PARABÉNS 24!

E vão 2

Dois anos de 24, sem nunca ter explorado aprofundadamente os mistérios que pairam por detrás deste número tão bonito. Talvez tenha sido um pretexto para criar um blogue, talvez um mero nome para um espaço de escrita quando as ideias escasseavam. Sinceramente, já não me lembro. Talvez tenham sido as duas.

Tenho andado ausente, eu bem sei! Época de exames a arder progressivamente com a minha pessoa. Haja alguma paciência para comigo. Verão que valerá a pena. Ou não. Mas vamos acreditar que sim!

P.S.: Não vou falar sobre os milhares de euros do Senhor Aníbal. Olha…já falei.

Nem tudo são números

Olá mundo!

É ao vigésimo quarto dia de Janeiro do décimo ano deste segundo milénio que chega até vós o 24. Por todos os motivos e mais alguns, hoje é um dia especial para quem inaugura a sua nova «casa».

Alguns saberão que não é a primeira vez que me aventuro nesta selva dos blogues. Outros se interrogarão sobre o nome que escolhi para apadrinhar o meu novo espaço de paródia e sabe-se lá mais o quê. Aliás, um nome que é um número. O que não é difícil de perceber tendo em conta que a minha vida gira à volta de números.

Mas então… Porquê o 24? Bem, primeiro porque já lá vão os tempos áureos da minha infância em que a minha avó me vinha perguntar aquele número que faltava para completar a aposta do Totoloto. E eu na minha mais sincera inocência dos cinco ou seis anos, lá dizia sempre “24”. E a coisa pegou. Sem saber bem como nem porquê tornou-se o meu número de eleição.

É óbvio que para quem lê, não passará de um número, mas posso prever que haverá muitas palavras por detrás dele.

Agora, olhem, aguentem-se à bronca porque vão ter que levar comigo 24 sobre 24!

Beijos e abraços!